20 de outubro de 2014

Petrolão faz petistas roerem as unhas: o debate que você não viu

Petrolão - A pergunta de Aécio Neves (PSDB) a Dilma Rousseff (PT) sobre a acusação de Paulo Roberto Costa contra o petista João Vaccari Neto deixou a fileira do PT na plateia em estado de atenção total. Os ministros Aloizio Mercadante, José Eduardo Cardozo, Miguel Rossetto e o governador da Bahia, Jaques Wagner, levaram a mão ao rosto durante a resposta de Dilma - uns esfregaram o rosto, outros chegaram a roer as unhas.
Pernambuco - Depois de pedir incansavelmente para que Dilma e Lula fossem para Pernambuco, o senador Humberto Costa apareceu no debate da TV Record. "Eles não vão conseguir entregar o que prometeram, a vitória em Pernambuco", disse, sobre os ex-aliados do PSB-PE. Segundo o senador, pesquisas internas do partido mostram Dilma com folga na frente do tucano em Pernambuco.
Cestinha - Convidado do PSDB, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, que lutou contra um câncer, capitaneou as críticas a Dilma na plateia. "Onde está o tesoureiro? Alguém viu?", ironizou sobre a ausência de João Vaccari Neto, enrolado até o pescoço no esquema de corrupção na Petrobras.
Crachá - Sem jeito, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tentava remendar a credencial que arrebentou antes mesmo das primeiras falas de Dilma. Ao final, apelou para um nó e resolveu o problema.

Álbum - Derrotado pelo tucano José Serra, o petista Eduardo Suplicy passou parte do debate tirando fotos. E resumiu uma boa notícia em meio a maré negativa: o Santos bateu neste domingo por 3 a 1 o arquirrival Palmeiras.
Primeirão - As principais autoridades do staff da presidente-candidata Dilma Rousseff tiveram de se contentar em ficar apenas na quarta fileira da plateia, o que motivou piadas entre os tucanos, posicionados estrategicamente "no gargarejo". "Bem feito, chegamos primeiro", comemoravam os deputados Antônio Imbassahy e Paulo Abi-Ackel.
Bateu, levou - O marqueteiro do PT, João Santana, tropeçou no palco e se estabacou no chão logo no início de debate. Aos pés de Dilma, foi socorrido, sem jeito, pelo jornalista da Record Celso Freitas.
Cadê a claque? - O governador da Bahia, Jaques Wagner, e o ministro Miguel Rossetto, de longe os mais empolgados petistas na plateia, comemoraram abertamente as falas de Dilma sobre inflação e, por via das dúvidas, convocaram a plateia, olhando recorrentemente para trás em busca de apoio.
'É isso aí' - O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e o presidente do PT, Rui Falcão, vibravam e acenavam com a cabeça, em sinal de aprovação, cada vez que Dilma atacava Aécio e tentava minimizar o impacto das revelações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.
Só no pancake - Com transmissão em HD, a presidente-candidata Dilma Rousseff fez questão de utilizar uma maquiagem especial. "É uma Make-up Forever", justificou o "ministro do cabelo", Celso Kamura.
Rá! - Ao final do primeiro bloco do debate, diante de palmas efusivas da claque do PT, petistas faziam piada: "As palmas mostram que pelo menos aqui a gente está ganhando", disse o deputado Paulo Teixeira.
Cobras e lagartos - Os primeiros palavrões vindos da plateia ocorreram quando o candidato Aécio Neves acusou o governo de não ter fornecido água aos nordestinos com a Transposição do Rio São Francisco. Outros impropérios também foram ouvidos ao longo da noite.
Deu na Veja

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