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19 de maio de 2013

CASO VALMIR: Há duas versões e duas verdades, mas qual a verdadeira?

O Assassinato do empresário Valmir que chocou a cidade de São Mateus no dia 27 do mês passado, nos últimos dias toma um rumo de investigação que vem causando muitas dúvidas e desponta para o descrédito no que se refere às versões apresentadas pela polícia.

Se não vejamos. Primeiro, numa espécie de ‘mega operação’, a Polícia apresentou a população dois presos supostamente vindos, um da Bahia e outro de Minas Gerais ambos estão presos, como sendo os mentores do latrocínio que é o roubo seguido de morte, um destes foi preso após ser baleado em uma tentativa de fuga. Nesta ‘versão’, outros 03 componentes da imaginada quadrilha, entre estes uma mulher, estavam foragidos, dias depois, a mulher de nome Klícia, moradora do Bairro Piqui, foi localizada e presa na vizinha cidade de Alto Alegre do Maranhão. Após depoimento de Klícya à polícia, tudo parecia estar esclarecido e ela teria dito não ter sido assalto, mas sim execução, alegando ainda que o alvo da “operação” da suposta quadrilha naquele dia seria um outro empresário. Eis a confusão, como acreditar na versão de Klícya de ter sido execução ao invés de latrocínio se o alvo era o assalto a outro comerciante, segundo relatou a jovem?
Penso ser muito difícil imaginar um criminoso que sai determinado a assaltar fulano e no meio do caminho lembra que havia de executar ciclano, ou seja, versões desencontradas e sem nexo. Agora, a Polícia (dizem que a de São Luís), aponta que os autores do crime são as pessoas de nome Ná e seu filho Anderson, moradores desta cidade, a prisão preventiva já foi decretada para pai e filho, a prisão do filho foi consumada, o mesmo está recolhido na delegacia da cidade.

Diante de tais fatos que geram muitas dúvidas, uma pergunta se faz necessário, ou muitas perguntas se fazem necessário: afinal, qual a versão verdadeira? Quem realmente matou Valmir? O motivo: foi latrocínio ou foi execução? Quem matou Valmir, o grupo de Klícya ou o grupo do Ná? Ou tudo é a mesma coisa? Estas respostas sem sombra de dúvida estão incomodando toda sociedade que aguarda ansiosa por uma versão convincente que tenha começo, meio e fim. Estamos nós: família do Valmir, imprensa e toda a população aguardando para bem informar com uma versão convincente e única.

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