11 de janeiro de 2011

Drogra, violência e juventude. II

No domingo passado publiquei aqui neste blogue uma matéria titulada "DROGA, VIOLÊNCIA E JUVENTUDE" e abordei algumas preocupações relacionada a realidade juvenil de nossa cidade num tempo rescente.
Pois bem. Ontem por telefone recebir a triste notícia de mais um homicídio ocorrido em São Mateus, mais uma vez, tendo um jovem como vítima, trata-se de Francisco Joathãn, com quem tive parte da minha infância convivendo com o mesmo, haja vista que fomos vizinho e por muitas vezes jogamos futebol juntos no "campo do areal" que ficava localizada ao final da Rua da Caema no centro da cidade. Por ironia do desdito Joathãn ainda na sua adolescência, passou a integrar a lista das vítimas usuárias de drogras, assim como tanto outros. Joathãn é filho de professora da rede pública municipal de ensino e foi criado pelos avós na Rua do Sol, também no centro da cidade. Segundo informações do blog do Jornal Regional, por meio de seu editor Stuart Junior  e em seguida reproduzida no blogue EMPODERAMENTO do Clayton Ferreira, Francisco Joathãn foi encontrado morto na manhã de ontem (10/01) com um tiro à altura da nuca e próximo ao corpo foram encontrada uma vasilha, supostamente utilizada pelo falescido no uso do crack. O local onde foi encontrado o corpo, foi o Estadio de Futebol Serra Dourada, que fica no Bairro São José, mais conhecido como Bairro Toca da Raposa, a poucos metros do Rio Tapuio.

Importante refletir!
Do que sofrem os jovens que buscam as drogas? O que reivindicam? Quais denúncias expressam através deste ato? Por quais mudanças estão lutando? Para desafiar os próprios jovens leitores do blogue SÃO MATEUS EM OFF, lanço a minha hipótese: os jovens denunciam a violência vivida em seu dia que pode ser em diferentes níveis e de naturezas diversas. Finalizo desafiando os leitores desta página a prosseguirem nesta reflexão levantando suas próprias hipóteses sobre quais seriam as violências vividas que justificam as demandas dos jovens pelas drogas e sua relação com as tantas violências das quais são alvo, mas não são apenas vítimas pois que estão reagindo.

(trexo retirado da matéria DROGAS, VIOLÊNCIA E JUVENTUDE, que escrevir no domingo (9/01) neste blogue. Para ler a matéria completa clique aqui.