9 de julho de 2010

Vereador é vaiado durante sessão na câmara de vereadores.

Ontem na Câmara Municipal o clima ficou tenso entre os nobres vereadores. A galeria reservada a população ficou lotada, ao iniciar a sessão ordinária, a Vereadora Soliene apresentou o requerimento nº 041/2010 que se refere a aquisição de um veículo automotor com especificações para transporte escolar, para atender aos estudantes dos Povoados Morros, São Benedito, Limão, Timbaúba, Barro Preto e Brutos, a mesma fez este requerimento, tendo como base um recurso que a Prefeitura Municipal no mês de fevereiro no valor a mais de R$ 121.000,00. O requerimento foi aprovado, o problema é o prefeito CASSADO atender o pedido, afinal, enquanto muitos estudantes estão tendo que ir a pé para escola, os netos do prefeito CASSADO todos os dias tem um carro importado e muito confortável para levá-los a Bacabal e a São Luis.
O clima ficou tenso mesmo foi quando num confronto (bate-boca) entre os parlamentares, sobre um outro requerimento (verbal) de autoria da Vereadora Soliene, que pedia ao prefeito CASSADO a relação de funcionários e a folha de pagamento da prefeitura, pois como é sabido por todos, a função do vereador é fiscalizar os atos e gatos do prefeito mesmo os CASSADOS,
no entanto este requerimento não foi aprovado, apenas votaram a favor do requerimento os vereadores: Toinho Chaves e Neto Amorim, no entanto votaram contrários os vereadores: GESSÉ SOARES, JOAOZINHO PONTUAL, HÉLIO BOUERES E SEBASTIÃO NINA (foto). Este ultimo, afrontando a LEI, o POVO e a DEMOCRACIA, disse que o papel do vereador não é se preocupar com o PREFEITO e sim com outras coisas. E como resposta a sua péssima atitude, o povo presente deu-lhe uma vaia, seguidos de vozes de protesto tais como: tu é um vendido, cara de pau, corrupto, comprado... Após este episódio a galeria se esvaziou...
Você terá mais detalhes, segunda-feira no jornal SÃO MATEUS URGENTE na NOSSA RÁDIO FM 98,1 ao meio dia do dia, com o aúdio no momento do discurso do vereador vaiado.

E como bem diz um ditado popular: quem não deve não teme!